Uma seleção feita em vídeos pela Museum of Obsolete Objects com 10 vídeos de aparelhos que provavelmente nossos filhos e até muitos de nós não veremos mais.
- Floppy Disk
- Compact Cassette
- Phonograph
- Typewriter
- Pocket Calculator
- Rotary Telephone
- Radio Receiver
- Morse Code
- Instant Camera
- Computer Mouse
Veja os vídeos abaixo



Gustavo Henrique Borges - Analista de Midias Sociais, Estatístico e Programador. Trabalho no Sistema 






outubro 12th, 2011 at 23:08
Discordo quanto ao gira-discos e ao rato.
O gira-discos continua a ser amado pelos audiófilos puristas e as editoras ainda não prescindem dos discos de vinyl para este nicho de mercado e para o os coleccionadores em geral. Penso até que um audiófilo que se preze não vai largar um bom “turntable” com uma cabeça e agulha de elevada qualidade, acoplado a um excelente amplificador que até pode ser de válvulas, conjunto este que chega a custar fortunas. A taxa de amostragem ou bitrate de um cd vulgar é medíocre em Hi-Fi e o SADC ou DVD-AUDIO ainda não se massificaram e dificilmente o conseguirão.O melhor que se conseguiu em digital ainda foram os gravadores digitais para converter o melhor som analógico proveniente de discos de vinyl em digital e com taxas de amostragem bastante mais altas que o cd e sem diferenças apreciáveis ou perceptíveis daquele som analógico fonte. Se o cd é medíocre, o conhecido mp3 é uma banalidade comprimida em termos de som.
Quanto ao rato, na sua versão óptica de elevada resolução, vai continuar a ser a escolha dos jogadores “hard” em jogos com os FPS em que é necessário um gatilho e um instrumento de precisão no tiro. Dedadas no écran “touch” obrigam a elevar os braços com o consequente cansaço e sem almejar os objectivos de um jogo que exige precisão e rapidez de reflexos que só um teclado conjugado com rato pode dispensar, muitas vezes preferível a um pad/joystick.
outubro 13th, 2011 at 8:09
Obrigado por contribuir com o post …
não discordo em nada do que você disse, por exemplo é lógico que a qualidade de gravação em um vinyl é bem melhor que em um CD, por mais digital que seja, mas o post trata aparelhos que com certeza nossos filhos nunca irão ver, ou até utilizar.
Tenho uma irmã de 11 anos e ela nunca usou uma “fita K7″
outubro 13th, 2011 at 10:24
Agradeço também o seu comentário.
Acrescentaria que, tal como ninguém suspeitaria que as válvulas, inventadas há mais de um século, ainda subsistissem em aparelhos electrónicos topo de gama – p.e. amplificadores audio – também pode acontecer que editoras e empresas “nicho de mercado” continuem a apostar em vinyl e “turntables” enquanto houver puristas do som conjugado com a ausência de um formato digital massificado de elevada qualidade, mesmo daqui a trinta anos.
O mesmo não acontece com a K7 compacta, esta completamente obsoleta já que mesmo no seu período dourado ninguém a tinha como algo que suplantasse em som um vinyl mas sim como um meio prático de portabilidade e gravação.
Ccumprimentos